O custo do prejuízo nas clínicas
Bússola de Notícias da saúde | Edição #80
Olá,
A pauta desta semana traz um alerta importante: crescer nem sempre significa ter lucro. Muitos serviços de saúde ainda confundem faturamento com resultado real e isso pode comprometer toda a sustentabilidade do negócio.
Ao mesmo tempo, o setor segue em transformação. A presença da saúde em shoppings mostra como o acesso está ficando mais próximo e conveniente, enquanto o modelo baseado em valor avança, ainda enfrentando desafios na prática. E, no cenário atual, dados como o aumento de casos respiratórios em crianças em Goiás reforçam a pressão constante sobre os serviços.
Sem mais delongas, vamos aos destaques da saúde no Brasil nesta semana!
Sem mais delongas, vamos aos destaques da saúde no Brasil nesta semana!
Faturamento não é lucro
Confundir faturamento com lucro é um dos erros mais comuns na gestão de serviços de saúde. Alta receita não garante resultado positivo, especialmente sem controle de custos, despesas e margem operacional. A sustentabilidade financeira depende de uma gestão eficiente, com foco em indicadores e rentabilidade. Serviços de saúde que dominam esses conceitos tomam decisões mais estratégicas e crescem com consistência.
Commerciare (clique para ler a matéria completa).
A saúde nos shoppings diante de um novo contexto
A presença de clínicas e serviços de saúde em shopping centers acompanha a busca por conveniência e maior proximidade com o paciente. Esse movimento responde a um novo comportamento de consumo, mais integrado à rotina e menos dependente de estruturas tradicionais. Ao mesmo tempo, exige adaptação do modelo operacional e estratégico para se manter competitivo em ambientes de alto fluxo e custo.
Commerciare (clique para ler a matéria completa).
Goiás tem 42% dos casos de síndrome respiratória até 2 anos de idade
Dados recentes mostram que 42% dos casos de síndrome respiratória em Goiás atingem crianças de até 2 anos, acendendo um alerta para a saúde pública. O cenário reforça a importância da prevenção, diagnóstico precoce e ampliação do acesso ao atendimento pediátrico. A pressão sobre os serviços de saúde tende a aumentar, exigindo preparo e gestão eficiente da demanda.
Agência Brasil (clique para ler a matéria completa).
Modelo de valor avança na saúde, mas trava em cultura, dados e incentivos
A transição para um modelo de saúde baseado em valor ganha força, priorizando desfechos clínicos e eficiência no cuidado. No entanto, desafios como cultura organizacional, integração de dados e alinhamento de incentivos ainda limitam sua adoção. O avanço consistente depende de mudanças estruturais e maior maturidade na gestão. Organizações que evoluem nesse sentido tendem a gerar mais qualidade e sustentabilidade no longo prazo.
Saúde Business (clique para ler a materia completa).
Para Refletir…
Crescer sem entender os números, o paciente e o mercado pode até gerar movimento mas dificilmente gera resultado sustentável.
Até semana que vem!






